Material elenca as principais etapas do regime, que permite à indústria atender clientes externos e manter baixa a capacidade ociosa das plantas

O novo episódio da Série “Na Trilha do Cacau” mostra como o drawback contribui para a manutenção do funcionamento saudável da cadeia de suprimentos do cacau e também das indústrias. O regime prevê o incentivo fiscal à importação de amêndoas de cacau, desde que elas sejam processadas e exportadas sob a forma de derivados para atender aos clientes do mercado internacional. O sistema, amplamente usado no setor industrial brasileiro, é fundamental para que a indústria possa seguir atendendo aos clientes de outros países, especialmente na Argentina, Estados Unidos e Chile, fazendo com que os derivados brasileiros sejam mais competitivos. “Além disso, a importação via drawback reduz a capacidade ociosa das indústrias, que se dependessem apenas dos recebimentos nacionais, perderiam competitividade e teriam que reduzir suas operações no país”, explica a diretora executiva da AIPC, Anna Paula Losi.

Para explicar esse processo de maneira simples e sucinta aos leitores, o sétimo card traz um gráfico que mostra um cenário onde há o drawback e outro onde não há o drawback. No segundo, menos eficiente, é possível entender como os tributos sobre importação podem comprometer a cadeia produtiva, gerando acréscimos nos valores das exportações e comprometendo o fortalecimento do setor.

O especial “Na Trilha do Cacau” ainda tratará sobre o drawback no episódio seguinte e encerrará com o tópico “Caminhos para o Futuro”, sobre meios de alcançar uma cadeia mais forte, sustentável e competitiva. As postagens completas da série estarão disponíveis para download no site da AIPC: www.aipc.com.br/materiais/ 

 

Fonte: Noticias Agrícolas