{"id":3703,"date":"2022-06-29T17:58:01","date_gmt":"2022-06-29T17:58:01","guid":{"rendered":"https:\/\/aipc.com.br\/?p=3703"},"modified":"2022-06-29T18:05:59","modified_gmt":"2022-06-29T18:05:59","slug":"chocolate-produzido-com-amendoas-paraenses-fica-em-2-lugar-em-premiacao-internacional-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aipc.com.br\/en\/chocolate-produzido-com-amendoas-paraenses-fica-em-2-lugar-em-premiacao-internacional-2\/","title":{"rendered":"Estudo mostra expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><em>A expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau na Amaz\u00f4nia integra gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da floresta e \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas<\/em><\/p>\n<p>Estudo da Embrapa e institui\u00e7\u00f5es parceiras comprovou que a expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau tem sido extremamente ben\u00e9fica para a Amaz\u00f4nia, integrando gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da floresta. Paralelamente ao fato de o Par\u00e1 ser hoje o maior produtor nacional desse fruto, com um rendimento superior a 50% do total movimentado no Pa\u00eds &#8211; R$ 1,8 de 3,5 bilh\u00f5es -, 70% do cultivo \u00e9 feito em \u00e1reas degradadas, majoritariamente por agricultores familiares e em sistemas agroflorestais. O resultado \u00e9 a recupera\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas, cuja maior parte foi convertida de pastagens, com a redu\u00e7\u00e3o do fogo e do desmatamento na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O trabalho, intitulado \u201cA expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau (Theobroma cacao) no estado do Par\u00e1 e sua contribui\u00e7\u00e3o para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e redu\u00e7\u00e3o do fogo\u201d (The sustainable expansion of cocoa crop in the State of Par\u00e1, Brazil and its contribution to altered areas recovery and fire reduction), publicado esta semana no Journal of Geographic Information System. Ele apresenta a descri\u00e7\u00e3o detalhada da evolu\u00e7\u00e3o das planta\u00e7\u00f5es de cacau em termos de sua expans\u00e3o hist\u00f3rica, pr\u00e1ticas de propriedades agr\u00edcolas, transi\u00e7\u00f5es de uso da terra e regimes de fogo.<\/p>\n<p>Segundo o principal autor, o pesquisador da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental Adriano Venturieri, a \u00e1rea cultivada com o cacau no estado do Par\u00e1 vem crescendo nos \u00faltimos anos, especialmente na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica. Existe, por\u00e9m, uma dificuldade em mapear essa expans\u00e3o em virtude da diversidade dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o que envolvem a cultura do cacau na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cMapear e monitorar a planta\u00e7\u00e3o de cacau por meio de imagens de sensores \u00f3pticos foi um desafio devido \u00e0s caracter\u00edsticas bot\u00e2nicas e arb\u00f3reas que normalmente s\u00e3o confundidas com \u00e1reas de capoeira (vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria) e floresta, pois o cacau normalmente \u00e9 cultivado no subbosque sombreado pela floresta\u201d, relata o pesquisador.<\/p>\n<p>\u201cPara isso, foi preciso cruzar imagens de sat\u00e9lite obtidas pelo monitoramento regular do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), do projeto de Mapeamanto do Uso da Terra na Amaz\u00f4nia (TerraClass) e os dados do Cadastro Ambiental Rural para ir a campo e checar, junto aos produtores e t\u00e9cnicos locais, a localiza\u00e7\u00e3o exata do cacau entre as \u00e1reas de floresta\u201d, acrescenta Venturieri.<\/p>\n<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), o Brasil produziu 270 mil toneladas de am\u00eandoas de cacau (Theobroma cacao) em 2020\/2021. Na Regi\u00e3o Norte essa produ\u00e7\u00e3o ficou em 150 mil, sendo o Par\u00e1 respons\u00e1vel por 96% do total regional. O estado nortista \u00e9 maior produtor nacional desse fruto, com 1,8 bilh\u00e3o dos cerca de 3.5 bilh\u00f5es movimentados no Pa\u00eds em 2020.<\/p>\n<p><strong>O cacau acentua a floresta<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea monitorada e mapeada pela pesquisa no Par\u00e1 est\u00e1 localizada nos dez munic\u00edpios de maior produ\u00e7\u00e3o cacaueira no estado e corresponde \u00e0s regi\u00f5es da Transamaz\u00f4nica, Sudeste do Par\u00e1, Nordeste do Par\u00e1 e Baixo Tocantins, utilizando metodologias participativas junto \u00e0s comunidades locais.<\/p>\n<p>Foram analisados dados do TerraClass \u2013 programa executado pela Embrapa e o Instituto Nacional de Pesquisas Espacias (Inpe) que classfica as mudan\u00e7as de uso da terra na Amaz\u00f4nia \u2013 do per\u00edodo de 2004 a 2014 e imagens satelitais do Prodes (Inpe), que monitora anualmente o desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal. \u201cEssas imagens foram cruzadas com as informa\u00e7\u00f5es do CAR e validadas no campo junto aos produtores nas diferentes \u00e1reas de cacau no estado, e a partir da\u00ed foi poss\u00edvel obter padr\u00f5es de imagens para as lavouras cacaueiras\u201d, explica o pesquisador Marcos Adami, do Inpe, um dos autores do estudo.<\/p>\n<p>Por meio da modelagem e dos padr\u00f5es de imagem estabelecidos na an\u00e1lise, o estudo apontou, incialmente, a exist\u00eancia de 70 mil hectares de cacau (at\u00e9 2019) em 26 munic\u00edpios paraenses. Como o trabalho de monitoramento \u00e9 permanente, novos dados analisados ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do estudo j\u00e1 apontam 90 mil hectares at\u00e9 2021. \u201cNossa meta \u00e9 nos aproximarmos, cada vez mais, dos n\u00fameros oficiais, mas sabemos das dificuldades de chegar a esses n\u00fameros\u201d, aponta Venturieri. O trabalho conta com o apoio financeiro do Governo do Estado do Par\u00e1 por meio do Funcacau para identifica\u00e7\u00e3o das lavouras cacaueiras no estado.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m foi poss\u00edvel verificar que aproximadamente 21 mil hectares continuam sendo mapeados como floresta pelo Inpe (Prodes), apesar de nossos dados de campo identificarem planta\u00e7\u00f5es de cacau sombreadas por vegeta\u00e7\u00e3o nessas \u00e1reas\u201d, conta Adami. O pesquisador ressalta ainda que quase 88,7% (52.778 hectares) da \u00e1rea cacaueira plantada j\u00e1 havia sido desmatada at\u00e9 o ano de 2008, que \u00e9 o marco legal do C\u00f3digo Florestal Brasileiro.<\/p>\n<p>\u201cIsso nos mostra que o cacau, majoritariamente, n\u00e3o est\u00e1 avan\u00e7ando sobre novas \u00e1reas de floresta. Ele est\u00e1 ocupando \u00e1reas j\u00e1 degradadas e ainda o subbosque de florestas que n\u00e3o foram desmatadas integralmente\u201d, acrescenta Venturieri.<\/p>\n<p>Nas \u00e1reas de capoeira e florestas parcialmente exploradas anteriormente, as \u00e1rvores servem como sombra ao cutlivo do cacau, que na Amaz\u00f4nia tem essa caracter\u00edstica. \u201cO que difere o cacau amaz\u00f4nico de outras regi\u00f5es do Pa\u00eds \u00e9 que o nosso cacau \u00e9 plantado com sombreamento e n\u00e3o a pleno sol. \u00c9 interessante perceber que a presen\u00e7a do cacau nessas \u00e1reas acentua a presen\u00e7a da floresta, segura o fragmento florestal ainda existe e evita o desmatamento\u201d, afirma o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>Agricultura perene no lugar das pastagens<\/strong><\/p>\n<p>Outra constata\u00e7\u00e3o do estudo foi a tend\u00eancia de convers\u00e3o de \u00e1reas de pastagens em plantios de cacau, que mostra a expans\u00e3o da cacauicultura na Amaz\u00f4nia como uma atividade que atua na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<p>Prova disso \u00e9 a hist\u00f3ria do produtor paraense Ribamar N\u00f3brega, do munic\u00edpio de S\u00e3o Franscico do Par\u00e1, na regi\u00e3o Nordeste do estado. Ele e o irm\u00e3o trocaram o pasto de 35 anos da propriedade pelo Sistema Agroflorestal (SAF). \u201cEu e meu irm\u00e3o fazemos parte da segunda gera\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia envolvida com a atividade rural. Nosso pai era pecuarista, mas buscamos uma atividade mais perene e encontramos o SAF com a\u00e7a\u00ed, cacau e banana\u201d, conta o produtor.<\/p>\n<p>Ele tem atualmente 25 hectares em fase de produ\u00e7\u00e3o com as tr\u00eas culturas e est\u00e1 em fase de implanta\u00e7\u00e3o de mais 20 hectares. \u201cOptamos pelo cacau por ser uma atividade perene e tamb\u00e9m por ser uma fruta que tem um desenvolvimento adequado \u00e0 nossa regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, o cacau com o a\u00e7a\u00ed e a banana s\u00e3o atividades que se complementam e t\u00eam boa rentabilidade\u201d, conta Ribamar.<\/p>\n<p>Para Venturieri, n\u00e3o h\u00e1 mais que se pensar em produ\u00e7\u00e3o de cacau na Amaz\u00f4nia sem a produ\u00e7\u00e3o integrada a outros cultivos. \u201cO Par\u00e1 j\u00e1 tem \u00e1rea aberta suficiente para uma nova mentalidade sobre a agricultura no estado. N\u00f3s temos que passar de uma agricultura horizontal para uma produ\u00e7\u00e3o vertical e os Sistemas Agroflorestais com o gradiente de culturas no mesmo espa\u00e7o, \u00e9 imprescind\u00edvel\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Paix\u00e3o que alia renda e consci\u00eancia ambiental<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m do manejo do plantio, a fermenta\u00e7\u00e3o e secagem para a venda de am\u00eandoas, a fam\u00edlia do Ribamar faz tamb\u00e9m chocolate e outros produtos do cacau cultivado na propriedade. \u201cProduzimos o chocolate, nibs, am\u00eandoas drageadas, pequenas barras, sempre agregando valor e trazendo \u2018algo a mais\u2019 para a am\u00eandoa\u201d, conta a esposa M\u00e1rcia N\u00f3brega.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do casal \u00e9 dividida entre as sementes bulk, que s\u00e3o as comodities destinadas \u00e0 ind\u00fastria, e as sementes selecionadas para a produ\u00e7\u00e3o de chocolates finos que atendem nichos de mercado. \u201cTrabalhar com o cacau \u00e9 uma paix\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 produzir e vender am\u00eandoas, mas tamb\u00e9m ver o que a gente pode fazer com elas. \u00c9 passar para a sociedade que podemos fazer produtos maravilhosos com esse fruto, como n\u00e9ctar, licor, geleia, barra de chocolate com diferentes intensidades e sabores, entre outros\u201d, conta M\u00e1rcia.<\/p>\n<p>Os desafios, segundo Ribamar N\u00f3brega, s\u00e3o ainda grandes, \u201cdesde um maior acompanhamento t\u00e9cnico at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de valor na cadeia produtiva do pr\u00f3prio chocolate\u201d, conta. Mas ele e a fam\u00edlia n\u00e3o trocam o cacau nos Sistemas Agroflorestais por outra atividade. \u201cO cacau tem tudo a ver com a nossa gera\u00e7\u00e3o e com as pr\u00f3ximas. \u00c9 uma planta nativa da regi\u00e3o, que tem maior vida \u00fatil, que absorve carbono da atmosfera, que preserva o clima e o meio ambiente. \u00c9 uma atividade sustent\u00e1vel de longo prazo. Isso nos motiva bastante\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><strong>Menos fogo e mais prote\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong><\/p>\n<p>Nos 90 mil hectares mapeados no trabalho, os pesquisadores apontam que praticamente 100% n\u00e3o est\u00e3o em \u00e1reas protegidas. \u201cNa verdade, apenas 0,46% das \u00e1reas com cacau est\u00e3o em uma \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental (APA), que de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 permitido o desenvolvimento de atividades produtivas\u201d, explica Venturieri.<\/p>\n<p>Essas \u00e1reas com cacau, segundo o pesquisador, se mostram estatisticamente menores que as \u00e1reas sem cacau, o que demonstra uma caracter\u00edstica da atividade na Amaz\u00f4nia: a agricultura familiar. \u201cN\u00f3s comprovamos no mapeamento o que muitos produtores j\u00e1 nos diziam: que o cacau \u00e9 produzido em \u00e1reas menores, n\u00e3o desmata e ainda reduz o uso do fogo\u201d, conta Venturieri.<\/p>\n<p>O fato do cacau, que \u00e9 uma cultura perene, estar associado principalmente aos Sistemas Agroflorestais e \u00e0s capoeiras e florestas parcialmente exploradas fortalece a afirma\u00e7\u00e3o de que h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica no uso do fogo no preparo das \u00e1reas.<\/p>\n<p>\u201cO fogo \u00e9 utilizado geralmente na limpeza do pasto e, com a convers\u00e3o dessa atividade para a agricultura perene, ele tamb\u00e9m \u00e9 reduzido e at\u00e9 substitu\u00eddo por outras formas de preparo de \u00e1rea, reduzindo assim a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa e gerando maior prote\u00e7\u00e3o ao solo e \u00e0 \u00e1gua\u201d, explica Venturieri.<\/p>\n<p><strong>Destaque mundial<\/strong><\/p>\n<p>O estado do Par\u00e1 produz 50% do cacau brasileiro e est\u00e1 entre os dez maiores polos cacaueiros do mundo. Natural das \u00e1reas de v\u00e1rzea, o cacau \u00e9 manejado h\u00e1 mais de 400 anos na regi\u00e3o no Baixo Tocantins. Mas foi na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica, com os plantios em terra firme, que essa cultura ganhou maior express\u00e3o. \u201cCerca de 80% da produ\u00e7\u00e3o de cacau do estado est\u00e1 na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica, do munic\u00edpio de Novo Repartimento at\u00e9 Uruar\u00e1, sendo Medicil\u00e2ndia o epicentro do polo cacaueiro do Par\u00e1\u201d, conta Jos\u00e9 Raul Guimar\u00e3es, superintendente regional no Par\u00e1 e Amazonas da Comiss\u00e3o Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).<\/p>\n<p>A Ceplac atua na regi\u00e3o amaz\u00f4nica desde a d\u00e9cada de 60 e mant\u00e9m no Par\u00e1 o maior banco gen\u00e9tico de Theobroma cacao do mundo, com mais de 53 mil plantas. A institui\u00e7\u00e3o acompanha a expans\u00e3o das lavouras cacaueiras h\u00e1 d\u00e9cadas e o crescimento da cadeia produtiva, como aponta Jos\u00e9 Raul, \u00e9 surpreendente. \u201cEm 1970 o Par\u00e1 tinha 570 produtores de cacau, hoje s\u00e3o quase 30 mil. Isso significa que o estado ao longo dessas d\u00e9cadas incorporou anualmente cerca de 1.500 a 2 mil novos produtores \u00e0 cadeia produtiva\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>A \u00e1rea plantada tamb\u00e9m surpreende, como conta o superintendente. \u201cPlantamos anualmente de 8 a 10 mil hectares. \u00c9 uma das regi\u00f5es que mais planta cacau no mundo e com produtividade m\u00e9dia de 970 a 1 mil quilos por hectare\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Essa posi\u00e7\u00e3o de destaque no cen\u00e1rio mundial, segundo Jos\u00e9 Raul Guimar\u00e3es, \u00e9 resultado de um ambiente institucional s\u00f3lido, programas de pesquisa e desenvolvimento, em especial o Plano de Diretrizes para a Expans\u00e3o da Cacauicultura Nacional (Procacau), al\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es edafoclim\u00e1ticas da regi\u00e3o que s\u00e3o ideiais para esse cultivo. O estado, como avalia o gestor, pode colocar o Brasil novamente em posi\u00e7\u00e3o de destaque no cen\u00e1rio mundial.<\/p>\n<p><strong>Ampliar a produtividade das lavouras<\/strong><\/p>\n<p>Para o engenheiro agr\u00f4nomo e gerente da CocoaAction Brasil, iniciativa vinculada \u00e0 World Cocoa Foundation (Funda\u00e7\u00e3o Mundial do Cacau), Pedro Ronca, o Pa\u00eds \u00e9 visto como promissor para o fornecimento de cacau sustent\u00e1vel para o mundo. \u201cEstamos num momento muito positivo para tornar novamente o Brasil um big player no mercado mundial do cacau\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Para isso, Ronca acredita que o passo fundamental \u00e9 ampliar a produtividade m\u00e9dia do Pa\u00eds, que atualmente \u00e9 de 300 kg\/hectares. Um estudo de viabilidade econ\u00f4mica de sistemas produtivos com o cacau, realizado pela CocoaAction, Instituto Arapya\u00fa e WRI Brasil em parceria com outras institui\u00e7\u00f5es, mostra que com a produtividade acima de mil quilos por hectare, o cacau gera uma renda de at\u00e9 cinco mil reais por hectare.<\/p>\n<p>\u201cA forma mais r\u00e1pida de aumentar a renda do produtor \u00e9 expandir a produtividade da lavoura. Se agregarmos 150 quilos por hectare \u00e0 m\u00e9dia nacional, por exemplo, teremos um impacto de um bilh\u00e3o de reais em valor bruto de produ\u00e7\u00e3o e isso retorna ao campo\u201d, estima o gerente da CocoaAction Brasil.<\/p>\n<p>Apesar de a produtividade paraense ser bem acima da m\u00e9dia nacional (970 a mil kg\/hectare), existe material gen\u00e9tico, tecnologia e \u00e1reas na regi\u00e3o dispon\u00edveis para ampliar essa produ\u00e7\u00e3o com sustentabilidade. \u201cTem muito espa\u00e7o para ampliar a produ\u00e7\u00e3o no Par\u00e1 e tem mercado para comprar essa produ\u00e7\u00e3o\u201d, conclui.<\/p>\n<p>Outro desafio apontado pelo gerente da inciativa \u00e9 o acesso ao cr\u00e9dito pelos produtores do cacau. \u201cNa cadeia do cacau o cr\u00e9dito ainda \u00e9 baixo. Um ranking de acesso a cr\u00e9dito elaborado com dados governamentais mostra que a cadeia do cacau aparece em 44\u00ba lugar no Brasil\u201d, conta.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio j\u00e1 vem mudando no Par\u00e1, segundo Ronca, dados do Pronaf Cacau indicam que o volume de cr\u00e9dito acessado por cacauicultores no estado subiu de 3 milh\u00f5es de reais em 2017 para 18 milh\u00f5es em 2021. E a associa\u00e7\u00e3o da cultura com os Sistemas Agroflorestais no estado, preconizada por toda a rede institucional que envolve a cadeia produtiva e praticada pelos agricultores \u201crefor\u00e7a o cacau como um vetor importante ao desenvolvimento sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados<\/strong><\/p>\n<p>Os resultados apontados pelo estudo \u201cA expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau (Theobroma cacao) no estado do Par\u00e1 e sua contribui\u00e7\u00e3o para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e redu\u00e7\u00e3o do fogo\u201d ser\u00e3o apresentados durante a programa\u00e7\u00e3o do Chocolat Xingu 2022 \u2013 Festival Internacional do Cacau e Chocolate, que acontece de 30 de junho e 3 de julho, Altamira, na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica, no estado do Par\u00e1. O festival nasceu em 2008 em Ilh\u00e9us (BA), desde ent\u00e3o j\u00e1 foram 20 edi\u00e7\u00f5es, na Bahia, no Par\u00e1 e em S\u00e3o Paulo. O painel \u201cO cacau sustent\u00e1vel do Par\u00e1\u201d re\u00fane o pesquisador da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental Adriano Venturieri, o gerente da Cocoa Action Brasil Pedro Ronca e o agroambientalista Marcello Brito, CEO da CBKK S\/A (Investimentos de Impacto ESG).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Embrapa<\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos da imagem: Deposiphotos<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A expans\u00e3o sustent\u00e1vel do cacau na Amaz\u00f4nia integra gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da floresta e \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":3704,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-3703","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.7 - 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