{"id":4658,"date":"2022-11-22T13:36:10","date_gmt":"2022-11-22T13:36:10","guid":{"rendered":"https:\/\/aipc.com.br\/?p=4658"},"modified":"2022-11-22T13:36:10","modified_gmt":"2022-11-22T13:36:10","slug":"apos-mata-atlantica-e-amazonia-o-cacau-agora-desbrava-o-cerrado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aipc.com.br\/en\/apos-mata-atlantica-e-amazonia-o-cacau-agora-desbrava-o-cerrado\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s Mata Atl\u00e2ntica e Amaz\u00f4nia, o cacau agora desbrava o Cerrado"},"content":{"rendered":"<p>Plantios no oeste da Bahia devem se expandir e t\u00eam o potencial de levar o Pa\u00eds a produzir 100% do que consome<\/p>\n<p>O\u00a0cacau, cultivo predominante no sul da Bahia, na Mata Atl\u00e2ntica, e tamb\u00e9m no Par\u00e1, na Floresta Amaz\u00f4nica, vem desbravando outro bioma: o\u00a0Cerrado, mais especificamente o situado no oeste baiano.<\/p>\n<p>Uma dessas iniciativas de plantio, em uma regi\u00e3o que at\u00e9 ent\u00e3o estava voltada aos gr\u00e3os e um pouco de caf\u00e9 irrigado, situa-se no munic\u00edpio de Riach\u00e3o das Neves, onde 400 hectares com 572 mil p\u00e9s de cacau s\u00e3o cultivados pelo grupo Schmidt \u2013 que j\u00e1 produz por ali gr\u00e3os, algod\u00e3o e banana.<\/p>\n<p>Em oito anos, o grupo prev\u00ea expandir a lavoura de cacau para 4 mil hectares, com 6 milh\u00f5es de p\u00e9s. \u00c0 frente do projeto iniciado em 2019, est\u00e1 o agricultor Mois\u00e9s Schmidt, s\u00f3cio-propriet\u00e1rio do grupo.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Cultivo complementar<\/h3>\n<\/div>\n<p>A etapa piloto, de 2019 a 2021, exigiu aporte de cerca de US$ 10 milh\u00f5es e o desenvolvimento de mudas pr\u00f3prias para a regi\u00e3o. \u201cBusc\u00e1vamos uma alternativa de cultura que completasse o investimento em banana e diversificasse nosso portf\u00f3lio de fruticultura, mas que n\u00e3o fosse perec\u00edvel e pud\u00e9ssemos estocar. Por isso apostamos no cacau, que pode ter parte plantada sob a sombra das bananeiras e permite armazenamento\u201d, conta Schmidt.<\/p>\n<p>A demanda crescente pela am\u00eandoa no cen\u00e1rio nacional e internacional e a rentabilidade em sistema de alta produtividade tamb\u00e9m motivaram o investimento. \u201cNo sistema tradicional, \u00e9 uma cultura que n\u00e3o anima muito, pela baixa viabilidade financeira. Mas em cultivo a pleno sol, o rendimento supera 3.750 kg por hectare\u201d, conta.<\/p>\n<p>Segundo o produtor, a alta produtividade das lavouras j\u00e1 despertou interesse das maiores empresas compradoras de am\u00eandoas de cacau que atuam no Pa\u00eds. A principal diferen\u00e7a entre o modelo do oeste baiano, bioma Cerrado, e o sistema adotado no sul do Estado, bioma Mata Atl\u00e2ntica, \u00e9 o cultivo da fruta a pleno sol, enquanto no sul \u00e9 plantada em sombreamento consorciado com a floresta, explica o diretor da Comiss\u00e3o Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do\u00a0Minist\u00e9rio da Agricultura, Waldeck Araujo Junior. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma regi\u00e3o tradicional de cacau. \u00c9 uma \u00e1rea que exige maior aduba\u00e7\u00e3o e irriga\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Diferen\u00e7as<\/h3>\n<\/div>\n<p>Vice-presidente administrativo financeiro da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria da Bahia (Faeb) e tamb\u00e9m produtor de cacau, Guilherme Moura cita como diferen\u00e7a o modelo menos intensivo da cacauicultura do sul. \u201cO cacau do sul \u00e9 plantado no sistema de cabruca, com custo de produ\u00e7\u00e3o menor e menor uso de insumos. No Cerrado, o modelo \u00e9 irrigado, de maior produtividade e maior custo\u201d, explica o produtor.<\/p>\n<p>Embora de alto rendimento, ainda h\u00e1 projetos incipientes no Cerrado baiano, a maioria sob a sombra de bananeiras, conforme a Ceplac, somando apenas 600 hectares \u2013 ante 400 mil hectares de cacau plantados em terras baianas. \u201c\u00c9 uma \u00e1rea pequena, mas tem possibilidade de expans\u00e3o muito grande como diversifica\u00e7\u00e3o da cadeia\u00a0<strong>agr\u00edcola<\/strong>. \u00c9 um movimento vindo de grupo restrito de grandes produtores, de 30 a 50, que atuam de maneira empresarial com o m\u00e1ximo uso de tecnologia e de mecaniza\u00e7\u00e3o\u201d, disse Araujo Junior.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Alto rendimento<\/h3>\n<\/div>\n<p>A Ceplac prev\u00ea que as lavouras de cacau possam ocupar de 5 mil a 6 mil hectares nos pr\u00f3ximos tr\u00eas a cinco anos no Cerrado da Bahia. Outro fator que estimula o plantio por ali \u00e9 a produtividade: de 1.500 a 3.000 quilos de am\u00eandoa por hectare no oeste baiano, ante a m\u00e9dia de 300 kg no sul baiano e 600 a 700 kg por hectare do Par\u00e1.<\/p>\n<p>Entre os desafios para a expans\u00e3o, o diretor da Ceplac cita a necessidade do desenvolvimento de tecnologias espec\u00edficas para o Cerrado baiano e o monitoramento de pragas e doen\u00e7as que possam vir a surgir nessa regi\u00e3o \u2013 hoje imune \u00e0 principal praga do cacau, a vassoura-de-bruxa, que dizimou plantios no sul baiano. Atualmente, o plantio \u00e9 restrito a duas cultivares, complementa.<\/p>\n<p>Moura considera que, independentemente do tamanho atual das lavouras no Cerrado baiano, o cultivo de cacau no oeste do Estado tem um fator importante de ruptura de paradigma. \u201cO cultivo do cacau em outro bioma a pleno sol traz possibilidade, se der certo, de alavancar a produ\u00e7\u00e3o brasileira no cen\u00e1rio mundial. Os resultados s\u00e3o muito promissores e, como \u00e9 uma cultura de ciclo longo, precisamos observar como vai maturar nos pr\u00f3ximos anos e se os desafios ser\u00e3o superados.\u201d<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Consorcia\u00e7\u00e3o com baru<\/h3>\n<\/div>\n<p>Outro projeto em desenvolvimento no Cerrado baiano, o Cacau1000, est\u00e1 sendo liderado pela cooperativa Coopercacau em parceria com a Ceplac, a\u00a0Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa)\u00a0e a\u00a0Cargill. A cooperativa prev\u00ea alcan\u00e7ar 1,2 mil hectares semeados em tr\u00eas anos e potencial produtivo de 3 toneladas por hectare em quatro a cinco anos.<\/p>\n<p>O cultivo envolver\u00e1 mil\u00a0agricultores familiares\u00a0em plantio consorciado com sombreamento com baru, outra fruta do Cerrado. Conforme a Ceplac, o cultivo ainda n\u00e3o se iniciou e a cooperativa busca financiamento para o projeto.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Parceria para expandir cultivo<\/h3>\n<\/div>\n<p>O potencial de crescimento da cacauicultura no oeste baiano chamou a aten\u00e7\u00e3o da gigante de commodities agr\u00edcolas Cargill. A trading firmou uma parceria com o grupo Schmidt, do munic\u00edpio baiano de Ribeir\u00e3o das Neves, para o avan\u00e7o da implementa\u00e7\u00e3o da cultura do cacau na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cBuscamos estimular a produ\u00e7\u00e3o e a produtividade de cacau. N\u00e3o \u00e9 nosso objetivo ser produtor de cacau, mas sim fomentar modelos tecnol\u00f3gicos e de neg\u00f3cios que possam ser replicados. Vemos um potencial enorme nessa regi\u00e3o porque ainda h\u00e1 muita \u00e1rea a ser explorada\u201d, contou o diretor do Neg\u00f3cio de Cacau e Chocolate da Cargill no Brasil, Laerte Moraes.<\/p>\n<p>Pelo acordo, a Cargill investir\u00e1, juntamente com o grupo Schmidt, no financiamento da lavoura e tamb\u00e9m vai adquirir a produ\u00e7\u00e3o de cacau do grupo a pre\u00e7os de mercado, a qual usar\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica.<\/p>\n<p>A meta \u00e9 semear 400 hectares ao longo de cinco anos \u2013 aproximadamente 40 hectares j\u00e1 est\u00e3o sendo plantados. O potencial produtivo \u00e9 de 4 mil quilos de am\u00eandoas colhidas por hectare.<\/p>\n<p>Cada uma das empresas investir\u00e1 US$ 5 milh\u00f5es nos pr\u00f3ximos cinco anos para o projeto, o que j\u00e1 vem sendo aportado, segundo Moraes. \u201cEstamos indo com cautela, mas os resultados obtidos t\u00eam nos surpreendido. Vamos acelerar conforme a tecnologia for se provando vi\u00e1vel\u201d, afirmou o executivo.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Complementaridade<\/h3>\n<\/div>\n<p>Os especialistas n\u00e3o veem competi\u00e7\u00e3o entre o cacau cultivado no Cerrado baiano e o do sul. Eles afirmam que h\u00e1 mercado e demanda para ambas as commodities, e que a perspectiva \u00e9 de diferencia\u00e7\u00e3o das am\u00eandoas em propriedades organol\u00e9pticas, sensoriais e de terroir e que o cacau de cabruca pode ser comercializado com adicional de servi\u00e7o ambiental, por ser produzido em cons\u00f3rcio com floresta.<\/p>\n<p>O bioma da Caatinga e as regi\u00f5es de Eun\u00e1polis (sul da Bahia), oeste de S\u00e3o Paulo e no Cerrado de Roraima, Mato Grosso, Acre e Rond\u00f4nia tamb\u00e9m despontam na atividade. Todas as amplia\u00e7\u00f5es miram colocar o Pa\u00eds de volta no trilho da autossufici\u00eancia em cacau, o que deve ocorrer entre 2025 e 2026 com produ\u00e7\u00e3o anual de 300 mil toneladas da am\u00eandoa, estima a Ceplac.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos da imagem: Freepik<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Plantios no oeste da Bahia devem se expandir e t\u00eam o potencial de levar o Pa\u00eds a produzir 100% do [&hellip;]<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":3835,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_coblocks_attr":"","_coblocks_dimensions":"","_coblocks_responsive_height":"","_coblocks_accordion_ie_support":"","footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-4658","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.7 - 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